“Nunca me considerei um pintor, e sim um ilustrador. Retrato gente simples em situações comuns. E isso é tudo”. - Norman Rockwell
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Durante todo esse tempo, Rockwell, que jamais ousou considerar-se um artista de verdade, seduziu milhões de americanos com suas ilustrações para a revista Saturday Evening Post.
Ainda garoto, logo após fugir do ginásio, ele bateu à porta da publicação com um calhamaço de desenhos debaixo do braço. Conseguiu emprego na hora. Nove anos depois, já era um medalhão da imprensa americana e em boa parte responsável pelo sucesso da revista, que vendia 2 milhões de exemplares semanais.
As reproduções em papel de seus trabalhos continuam vendendo milhões de exemplares a cada ano nos Estados Unidos e na Europa. Suas pinturas, como O Relojoeiro, leiloada pela Sotheby’s recentemente, têm batido a casa dos 900.000 dólares.
Norman Rockwell era talentoso, com um tino certeiro para captar o triunfalismo do cotidiano americano na primeira metade do século. É difícil não se render ao charme ingênuo de seus personagens provincianos.
Seu grande trunfo era a forma com que conseguia aliar o traço nervoso e o caráter instantâneo da cena pintada a um detalhismo maneirista. Some-se a isso sua intuição precisa para captar vibração em tipos humanos comuns.
“Rockwell pintou uma América que não existe mais”, diz Steven Spielberg, fã inflamado do ilustrador.
Muitos desenhistas de quadrinhos como Hughes, Cho e outros já homenagearam o artista em algumas de suas capas e pinups.
site oficial: http://www.normanrockwell.com/index.php
museu: http://www.nrm.org/
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(matéria resumida de Angela Pimenta, da Revista Veja)




Novembro 29, 2008 at 1:35 pm
Olá Brandino.Já havia visto desenhos de Rockwell, mas não atinava pela imensidão do trabalho dele.Você também está no mesmo caminho. Seus traços são precisos, transmite o semblante do personagem com imensa exatidão, tristeza, alegria, preoupação, dá para perceber o que o personagem está pensando no momento tal é perfeição da expressão do personagem.
Um grande abraço.
Lucas Durand
Novembro 29, 2008 at 2:07 pm
Eu tenho um desses livrões com capas dele para a Saturday Evening Post. O cara era sensacional.
Mas sabe que eu duvido que esses Estados Unidos nostálgicos e afetivos que ele pintou tenham realmente existido um dia?;)
Janeiro 19, 2009 at 2:00 pm
Fico feliz em ter colaborado com esta tua pesquisa.
Achei extremamente gratificante ler o que os demais colegas pensam a respeito!
Um belo trabalho de pesquisa este teu!
Fevereiro 11, 2009 at 2:38 pm
Oi, acho que conheço o famoso desenhista Carlos Brandine?
Claro que sim!
Amigooooooooooooooo saudade de vc, tô aqui pra te desejar Boa sorte e que Deus abençoe vc em tudo!!!
Parabéns pelo lindo trabalho…